quarta-feira, 17 de outubro de 2012

   DIAS  LONGOS,  DIAS  CRUEIS

Amor! Os dias que não te posso ver
São sempre longos, crueis, me torturam
Juntamente co'as saudades que perduram
E que aumentam, ainda mais, o meu sofrer.

Acordar! Pensar em ti. Logo a esperar-te!
A manhã suspirando no desejo de que acabe
Neste íntimo sentir que só Deus sabe!...
Porque às treze, é a hora de encontrar-te.

Transpões aquela porta e vejo-te ofegante!
Cumprimentamo-nos quase só com um sorriso...
E todo o meu ser estremece de emoção!

Sinto, agora, tua presença reconfortante,
Meu constante anseio! Que tanto preciso
Para sossego deste contrito coração.

Revisto na Quinta da Piedade, em 17 de outubro de 2012.
JGRBranquinho

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