sexta-feira, 17 de abril de 2015

MEU AMOR , MINHA FLOR




Há quanto tempo te não veem os meus olhos!
Pena que ando a cumprir neste lugar esquecido
Castigo de todo injusto, por meu ser imerecido
A mais fria e dura realidade. Meus escolhos!

Foi há muito que te encontrei por minha sorte!
Tarde de amor que não bastou ao teu amado.
Instantes muito breves sem sombra de pecado
Dignos deste genuíno amor- amor mais forte!

Depois… esta ausência forçada- dura ausência!
Coração sofrendo sua dor, a pedir clemência,
Já cansado de tanto esperar, amada minha.

Que o tempo seja agora mais breve- meu AMOR!
Que já amanhã eu possa abraçar-te- minha FLOR
E fiques comigo para sempre- terna andorinha.

Quinta da Piedade, 17 de abril de 2015
JGRBranquinho   -   “Zé do Monte”



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