Mostrar mensagens com a etiqueta À minha ribeira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta À minha ribeira. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 13 de março de 2014

AMOR E SAUDADES

SAUDADES TUAS



Saudades tuas… 
mágoas sentidas,
angústias minhas
na dura ausência!
Um sentir real
de impaciência,
nesta dor e tristeza
mal contidas.
Ah! meu Amor!
Quanta dor reprimida,
desalento atroz
por te não ter aqui.
Enquanto lembro 
o que já vivi...
suspira por ti,
minha alma dorida.
Clamo, na distância,
por te voltar a ver!
Tormento real... 
não te poder ter
uma hora que fosse, 
mulher querida!
Ah! Como sofro
aqui longe, ausente!
Sofre meu corpo,
sofre minha mente,
Desde o dia triste
da tua partida.

JGRBranquinho   -  “Little White”


À MINHA ALDEIA E À SUA RIBEIRA
             
Aldeia qu'rida, manancial de frescura,
São tantos os encantos da tua ribeira!
Em sua corrente contínua, ligeira,
Se desvanece minha forte amargura.

Ó bela ribeira-  afago de ternura!
Em ti me diverti- salutar brincadeira.
Foste e és fonte de beleza primeira.
Como te recordo,  na custosa lonjura!


Irei visitar-te, matar minha saudade,
Ver correr tuas águas em liberdade
Enchendo, d'encanto, meu pobre coração.

Lá fixarei tuas imagens a preceito,
Encantado nas pedras lisas do teu leito!
Será, pra mim, a mais terna recordação.

Monte Carvalho, 11 de março de 2014
JGRBranquinho




sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Ó MINHA RIBEIRA







Ó  MINHA  RIBEIRA

Ó minha ribeira amiga na minha Ribeira,
meu encantamento enamorado!
Quanto do meu tempo em vós passei
nesse tempo de saudade,
meu feliz e inesquecível passado!
Ó Ribeira/Mãe da minha ribeira
com tãobonitos pegos onde me diverti,
nadando e pescando, descuidado!
Quanto do vosso encanto
em mim guardo, saudoso desse tempo,
meu total agrado!
Minha ribeira dos imponentes amieiros,
aveleiras e salgueiros, onde ouvi o doce cantar das aves,
feliz, encantado!
Das belas pedras inclinadas que as mães habilmente preparavam
para lavarem a roupa e dos espaços verdes nas margens, onde a punham à cora!
Das cheias de inverno, correr tumultuoso, apressado
da enxurrada que tudo levava na frente, 
mas fertilizando as vastas terras de cultivo,
nosso sustento maior.
Ó minha ribeira da minha Ribeira,
Quão feliz o tempo em vós vivido!
Lembrar-vos-ei a vida inteira!
O meu obrigado bem sentido.


Quinta da Piedade, 24 de janeiro de 2014
JGRBranquinho