Mostrar mensagens com a etiqueta Soneto a meu querido pai. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Soneto a meu querido pai. Mostrar todas as mensagens

domingo, 30 de novembro de 2014

REMEMORANDO

 
REMEMORANDO

Eras o meu amigo maior- pai querido!
Ao pé de ti, estava sempre bem, era feliz.
Se estavas um tempo fora, julgava-me infeliz
Ansiando por esse teu regresso prometido.

Que eram apenas dois dias...tua garantia.
E eu acreditava, embora contrafeito...
Demoravas mais e embora já atreito,
Lamentava essa tua ausência cada dia.

Ias à tua vida com a nossa "montanha"
Essa bonita amiga de força tamanha
Que jamais esqueceremos por tal valor.

Era nossa ajudante a troco da comida
Que nunca lhe faltava, e, bem servida!
A bela mula a que tínhamos tanto amor.

Quinta da Piedade, 30 de novembro de 2014
JGRBranquinho






sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

A MEU PAI:- " NÃO SEI REZAR"







             NÃO  SEI  REZAR
 Não sei rezar- pai- mas vou orar por ti.
Por minhas palavras falarei com Deus!
Dir- lhe- ei de sentimentos teus e meus
A verdade do que sempre em mim senti.

Jamais minto! DEUS nunca me perdoaria
Pois conhece bem quais os meus afetos.
Sabe que meus sentimentos são corretos
Que em vão- SEU NOME- nunca invocaria.

 Não sei rezar- pai-  mas vou por ti orar!
Abrir meu pobre coração de par em par
Pondo nossa união sempre em primeiro.

Serão- minhas preces- as minhas orações       
Invocando nosso PAI em diversas situações
ELE que é p'ra nós- O DEUS VERDADEIRO. .

Quinta da Piedade, 14 de maio de 2013
JGRBranquinho



A MEU QUERIDO PAI



















 A MEU QUERIDO PAI
Éramos dois amigos! Éramos filho e pai.
Vivemos dias amargos, outros… felizes!
Conhecemos a vida sob vários matizes
Ambos acreditávamos em Deus/Pai.

As recordações dos tempos de outrora
São certificação de tua extrema bondade.
São, para teu filho, uma infinita saudade
Saudade maior que no meu peito mora.

Oh! Como eu te amei! Como fui amado!
Como te tenho, todos os dias, lembrado
Meu querido bom pai, meu maior amigo!

Que onde estiveres… saibas do meu amor!
Desta tristeza infinda, desta enorme dor
Porque te não posso ter, jamais, comigo.

Quinta da Piedade, 21 de fevereiro de 2014
José G.R.Branquinho