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sábado, 20 de agosto de 2016

MINHA SAUDADE




MINHA SAUDADE

Vivi breve
(muito breve) tempo junto a ti!
Nestes dias, uma dura
(muito dura) saudade.
Não foi quimera
(não) foi realidade!
Quem me dera
(oh, quem me dera)
voltar ao que vivi.

Foram anos de luta,
(muita luta) de muito amor!
Trabalhámos (imenso)
para bem do nosso lar.
Cumprimos (dia a dia)
nossa labuta sem parar…
Gratos às muitas bênçãos
de DEUS/NOSSO SENHOR.

Quinta da Piedade, 20 de agosto de 2016
JGRBranquinho




sexta-feira, 20 de novembro de 2015

AI QUE SAUDADES




Quantas saudades já sinto,
 meu  amado Amor,
Só por hoje te não ver
 como é costume!
Olho!
Só silêncio, que pavor!
Não tenho hoje aqui
 o teu perfume.
Estou a escrever-te por amor,
a querer ver-te além,
no teu lugar!
Quero, sentir-te!
Sentir, mesmo ausente,
 o teu fulgor!
Receber de Deus
essa graça maior
 graça sem par!
Por que te amo tanto
amor da minha vida!

Por que estou a sofrer
 longe de ti?
Porque és, de meus dias,
constante lida, desde o dia,
tão ditoso dia em que te vi.

Revisto em novembro de 2015
JGRBranquinho    -   “Little White”

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

LOUVOR MAIS SENTIDO

Resultado de imagem para primavera

Eis que surge em todo o seu esplendor,
 a Primavera radiosa!
É o seu primeiro dia! Tão novinha ainda!
Com o despontar do Sol
 fica a Terra mais formosa!
Este Sol que é seu e com ela finda.

Este alvorecer mais brilhante,
mostra como é bela a sua majestade
deixando no olvido o inverno cessante,
que vejo partir sem réstia de saudade.

O Sol, esta planície infinda iluminando,
 banhando campos sagrados que nos dão o pão,
dá-nos também mais vida
e, a alegria espalhando,
cativa ao povo o coração.

 Bendita Primavera!
Es para mim a estação ideal!
Teu fulgor penetra meu peito.
Para mim és vida,
vida sem igual!
Enchendo-me a alma,
 meu prazer maior,
meu céu eleito.  

Ao contemplar
a Natureza agradecida
medito na metamorfose 
que irá acontecer.
Ah! se assim fosses 
primavera da vida!
Que voltasses 
a deixar-nos reviver.

Primavera amiga!
Vais e voltas novamente!
Porque não és tu assim,
 primavera da vida?
Tu és a vida
que vejo partir tristemente
Para não mais voltares,
Oh! Inesquecida!

Évora, ano de 1954.
JGRBranquinho