Tem oito séculos de história
O País que visitais.
Dele se guarda memória
Em cada um dos locais.
Nossa capital é Lisboa
Nosso País, Portugal.
Nossa gente é gente boa
Nosso sentir imortal.
Vinde conhecer melhor
Seus encantos sem igual!
Aumentará vosso amor
Pelo lindo Portugal.
De Norte a Sul há beleza
Há monumentos sem par!
Ficai com esta certeza:
Tendes muito que admirar.
Aldeias, vilas, cidades
Lugares de inspiração!
São belas realidades
Da nossa querida Nação.
Temos ricas tradições
Que ireis aqui, conhecer.
Primam nossos corações
Por bem saber receber.
Eu vos saúdo, cidadãos
Nesta vinda a Portugal.
Entrelacemos as mãos
Vivamos, bem, o Natal.
Façamos sentir ao Mundo
Que todos somos irmãos!
Mostremos amor profundo
Apertando nossas mãos.
Nesta mesa recheada
Tendes por onde escolher:
É a nossa Consoada
Vinde, vamos comer.
Bacalhau, batata, verdura
Filhós, fatias douradas.
Pão e vinho com fartura
E frutas cristalizadas.
Figos, nozes, pinhões
Temos para vos dar.
Alegrem-se os corações
Neste Natal a cantar.
Cantemos a uma só voz
Um cântico de exaltação.
P'ra que cada um de nós
O sinta em seu coração.
Haja Paz, Alegria, Amor
E o Mundo será melhor.
"NATAL, NATAL!
AMOR E ALEGRIA!
NATAL, NATAL!
O SINO ANUNCIA
N A T A L !!!"
JGRBranquinho
Nota:-Escrevi e dediquei estes versos no Natal de 1991 a uma representação estrangeira que visitou a minha Escola.
Blogue essencialmente de poesia, alguma prosa e outras informações de carácter geral sobre o Alentejo e seus artistas
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
A MULHER MAIS QUERIDA
Não sei se alguém já quis assim, no Mundo,
como eu te quero, Flor do meu jardim,
Com tal amor profundo
que vai viver comigo até ao fim.
Não sei se alguém- o encanto em que me inundo-
-já teve na Terra, duma Musa, assim.
Se alguém, como eu- amor fecundo-
-por outrem sentiu como o que existe em mim.
Não sei se alguém por outrem escreveu tanto!
Sofreu de amor, só Deus sabe quanto!...
Num sentido anseio que domina a vida.
Sei, sim, que te quero, meu Amor,
como à luz que me alumia!
Que te desejo cada noite, cada dia!
Por seres, para mim...
A MULHER MAIS QUERIDA!
JGRBranquinho
como eu te quero, Flor do meu jardim,
Com tal amor profundo
que vai viver comigo até ao fim.
Não sei se alguém- o encanto em que me inundo-
-já teve na Terra, duma Musa, assim.
Se alguém, como eu- amor fecundo-
-por outrem sentiu como o que existe em mim.
Não sei se alguém por outrem escreveu tanto!
Sofreu de amor, só Deus sabe quanto!...
Num sentido anseio que domina a vida.
Sei, sim, que te quero, meu Amor,
como à luz que me alumia!
Que te desejo cada noite, cada dia!
Por seres, para mim...
A MULHER MAIS QUERIDA!
JGRBranquinho
FOI HÁ TANTOS ANOS (Musicado, também, por mim)
Foi há tantos anos, no Alentejo,
Onde despertou meu coração!
Saudoso desse tempo que hoje invejo
Que é para mim, recordação
De tal paixão, de tal paixão.
Foi há tantos anos, que saudade!
Era ainda jovem, tão feliz!
Conheci na instante mocidade
Linda mulher a quem mais quis.
Fui tão feliz, fui tão feliz!
Foi há tantos anos- Deus de amor,
Tempo de ventura e felicidade!
Encontrei formosa e bela flor
Do meu jardim, a realidade
De eternidade, de eternidade!
Foi há tantos anos- que saudade!
Quando descobri o que é o Amor.
Guardo em mim, daquela idade
Recordações de mais fervor, de mais valor
Que hoje são dor, que hoje são dor.
JGRBranquinho
Onde despertou meu coração!
Saudoso desse tempo que hoje invejo
Que é para mim, recordação
De tal paixão, de tal paixão.
Foi há tantos anos, que saudade!
Era ainda jovem, tão feliz!
Conheci na instante mocidade
Linda mulher a quem mais quis.
Fui tão feliz, fui tão feliz!
Foi há tantos anos- Deus de amor,
Tempo de ventura e felicidade!
Encontrei formosa e bela flor
Do meu jardim, a realidade
De eternidade, de eternidade!
Foi há tantos anos- que saudade!
Quando descobri o que é o Amor.
Guardo em mim, daquela idade
Recordações de mais fervor, de mais valor
Que hoje são dor, que hoje são dor.
JGRBranquinho
MULHER E MUSA, MINHA INSPIRAÇÃO
Andei tanto tempo sem te ver
Mulher e Musa, minha inspiração!
Estrela do meu dia-a-dia- única sedução!,
Luar argênteo que inunda o meu viver.
.
Meu intento, meu sonho e meu sofrer,
Aleluia de meus dias e meu Verão!
Ensaio poético com lugar no coração,
Sol brilhante no mar do meu querer.
Contigo... tens a beleza sem igual!
O encanto que me prende- sem rival!
Motivo de meus versos conseguidos.
Um dia- o mais feliz- hei-de contar-te
Senhora/Amor, como vivo a amar-te:
-Sempre a tua bela imagem em meus sentidos.
JGRBranquinho
Mulher e Musa, minha inspiração!
Estrela do meu dia-a-dia- única sedução!,
Luar argênteo que inunda o meu viver.
.
Meu intento, meu sonho e meu sofrer,
Aleluia de meus dias e meu Verão!
Ensaio poético com lugar no coração,
Sol brilhante no mar do meu querer.
Contigo... tens a beleza sem igual!
O encanto que me prende- sem rival!
Motivo de meus versos conseguidos.
Um dia- o mais feliz- hei-de contar-te
Senhora/Amor, como vivo a amar-te:
-Sempre a tua bela imagem em meus sentidos.
JGRBranquinho
AI QUE SAUDADES ! AI , AI!!
Canto, hoje,
momentos de vida
Horas passadas
Lugares que não esqueço!
Situações de amor
Transes de dor
E minha lida
Que à distância
Para meu ser
têm raro preço.
Canto, hoje,
momentos de vida
Vivida lá longe
No Alentejo, meu torrão!
Terra amada
Minha aldeia querida
Sempre tão viva em meu coração.
Meu Monte!
Minha Ribeira!
Meus encantos de menino!
Minha eira
Onde o trigo abençoado
Era o pão amassado, pequenino,
p'las mãos carinhosas das mães
que nele punham seu cuidado.
Minha Quinta, regada com suor,
Talhões semeados com amor
por braços fortes mas, cansados,
dos homens de rostos tisnados,
de sol-a-sol, à jorna, como era habitual!
As desfolhadas, pela tardinha,
Com gente sempre pronta a ajudar
À luz vermelha do arrebol!
O entusiasmo dos namorados:
-Ai o milho roxo, ai o milho rei!
Ai o beijo quente, permitido
À noite, com ou sem luar.
Ai toda a magia dum pôr-do-Sol.
Ai todo o encanto dum tempo livre
Sem peias, sem obrigações, sem lei.
Ai, minha infância e juventude!
Ai meu Alentejo- terra-mãe
Terra amada onde tudo era virtude!
AI QUE SAUDADES!
AI!! AI!!
JGRBranquinho
momentos de vida
Horas passadas
Lugares que não esqueço!
Situações de amor
Transes de dor
E minha lida
Que à distância
Para meu ser
têm raro preço.
Canto, hoje,
momentos de vida
Vivida lá longe
No Alentejo, meu torrão!
Terra amada
Minha aldeia querida
Sempre tão viva em meu coração.
Meu Monte!
Minha Ribeira!
Meus encantos de menino!
Minha eira
Onde o trigo abençoado
Era o pão amassado, pequenino,
p'las mãos carinhosas das mães
que nele punham seu cuidado.
Minha Quinta, regada com suor,
Talhões semeados com amor
por braços fortes mas, cansados,
dos homens de rostos tisnados,
de sol-a-sol, à jorna, como era habitual!
As desfolhadas, pela tardinha,
Com gente sempre pronta a ajudar
À luz vermelha do arrebol!
O entusiasmo dos namorados:
-Ai o milho roxo, ai o milho rei!
Ai o beijo quente, permitido
À noite, com ou sem luar.
Ai toda a magia dum pôr-do-Sol.
Ai todo o encanto dum tempo livre
Sem peias, sem obrigações, sem lei.
Ai, minha infância e juventude!
Ai meu Alentejo- terra-mãe
Terra amada onde tudo era virtude!
AI QUE SAUDADES!
AI!! AI!!
JGRBranquinho
MOMENTOS DE TRISTEZA
Momentos de tristeza!
Imensa saudade, intensa ansiedade!
Expectativa, por vezes, tão frustrante!...
Passei e passo, Amor, nesta cidade
E tu, de mim, sempre tão distante!
Porque te amo, Flor, sofro aqui
Dia-a-dia, sempre à tua espera!
Suaviza esta dor, meu Amor,
a recordação do tempo ao pé de ti.
Pois..."quem espera... desespera"!...
E muito eu já sofri!
Sofro p'la ausência física,
dura, deprimente,
P'lo mais terno querer
que em mim senti!
Por esta paixão
que em segredo por ti vivi
Que me há-de acompanhar
eternamente.
JGRBranquinho
Imensa saudade, intensa ansiedade!
Expectativa, por vezes, tão frustrante!...
Passei e passo, Amor, nesta cidade
E tu, de mim, sempre tão distante!
Porque te amo, Flor, sofro aqui
Dia-a-dia, sempre à tua espera!
Suaviza esta dor, meu Amor,
a recordação do tempo ao pé de ti.
Pois..."quem espera... desespera"!...
E muito eu já sofri!
Sofro p'la ausência física,
dura, deprimente,
P'lo mais terno querer
que em mim senti!
Por esta paixão
que em segredo por ti vivi
Que me há-de acompanhar
eternamente.
JGRBranquinho
SÃO IMAGENS
Sentiste o teu sol igual à minha Flor
Numa inspiração tua, que me agradou.
Sentiste a saudade igual a este amor
Presente neste querer que nos ligou.
São símbolos que criámos com fervor,
Exaltação que no amor se sublimou.
São imagens a que nós damos valor!
Quem as não sentir... decerto nunca amou.
Sentimos, nessa igualdade que adoramos,
Que dentro em nós, hoje albergamos...
A esperança em flor que fruto bom dará.
Anseio maior que nos mata e vivifica...
É este sonho que nossas almas purifica
Nova aurora que em nossas vidas fulgirá.
JGRBranquinho
Numa inspiração tua, que me agradou.
Sentiste a saudade igual a este amor
Presente neste querer que nos ligou.
São símbolos que criámos com fervor,
Exaltação que no amor se sublimou.
São imagens a que nós damos valor!
Quem as não sentir... decerto nunca amou.
Sentimos, nessa igualdade que adoramos,
Que dentro em nós, hoje albergamos...
A esperança em flor que fruto bom dará.
Anseio maior que nos mata e vivifica...
É este sonho que nossas almas purifica
Nova aurora que em nossas vidas fulgirá.
JGRBranquinho
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