quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

A MAIS BELA CANÇÃO


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A MAIS BELA CANÇÃO
Cantar-te em verso belo, mais eloquente,
Anseio secreto, em mim, bem guardado!
Páginas de luar, na noite mais ardente,
Rios de água bem clara, teu agrado.

Íntimo… o desejo que a alma sente,
Esperando esse momento mais ansiado!
Bem sentido é este meu canto que não mente
Que em ti, Amor, (só em ti) é inspirado.

Nada melhor, que escrever-te, pois te amo!
Aqui, teu agrado, é luz que mais reclamo,
Terno alvor iluminando meu coração.

Tua beleza inigualável, mais querida,
Raio de sol que mais aquece minha vida,
És tu, amada, minha mais bela canção.

NOTA:- Poema do meu livro:- “CANTOS DO MEU CANTO”- pg. 96-
-escrito agora sob a forma de soneto.
Quinta da Piedade, 22 de fevereiro de 2017
JGRBranquinho   -   “Little White”





segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

OS NOSSOS ENCONTROS

 OS NOSSOS ENCONTROS
Sinto
que minh’alma rejuvenesce
AMOR,
quando nos encontramos.
Sinto-o,
MULHER,
porque tanto nos amamos!
É então…
 que o sol amigo mais aquece.
Recantos d’encanto
onde o Sol sempre aparece,
são os jardins desta Lisboa
que muito amamos!
Ali, mulher,
damos mais vida
 ao nosso amor!
Tudo esquecemos, Amor, 
cuidando de tão bela flor.

NOTA:- Um dos meus poemas mais antigos. 
Encontrei-o há pouco numa velhinha sebenta.
JGRBranquinho  - “Little White”




sábado, 18 de fevereiro de 2017

ESCREVI, ESCREVO E ESCREVEREI

ESCREVI, ESCREVO E ESCREVEREI
Por ti escrevi e escrevo meus versos,
Musa/Mulher, encanto de meus dias!
Razão de tristezas (bem mais d’alegrias)
Motivos em comum, os mais diversos.

Por ti escrevi e escrevo meus versos
Em benditas horas d’amor por ti!
Sempre movido p’lo bem que senti
Doei-tos nos lugares mais diversos.

Longe… continuo a escrever
Pensando como tos oferecer
Mulher e Musa, bem inesquecido!

Assim será, meu Amor/minha Vida,
Enquanto não surgir minha partida
Rumando ao tal Além desconhecido.

Quinta da Piedade, 18 de fevereiro de 2017
JGRBranquinho   -   “Zé do Monte”


terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

MEU SOL, MINHA LUA



Meu Sol, minha Lua, minha Ribeira,
Ó terra/mãe, que me viste nascer!
Distante… ai como sofre meu ser
Saudoso de ti, amada primeira.

Quisera aqui, o teu perfume, Flor!
Desejo-o, ausente, sem cessar.        
Não tenho maneira de me alegrar
Choro-te, cada dia, meu Amor.

Voltarei, brevemente, ao teu seio.
Viverei para sempre em teu meio,
Recebendo teu calor, teu amor.

Serei, então, feliz, junto a ti,
Esquecendo o que longe senti
Na custosa ausência, meu Amor.

Quinta da Piedade, 14 de fevereiro de 2017
J. G. R. Branquinho   -   "Zé do Monte"





domingo, 5 de fevereiro de 2017

CANTO À VELHINHA CIDADE DE LISBOA


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CANTO À VELHINHA CIDADE DE LISBOA

Canto à velhinha cidade, que mais adoro,
Canto-a num gesto amigo, justo louvor!
Gratidão por tanto afeto, tanto amor,
Recebido desde o dia que nela moro.

Aqui chegado… vi meu sonho realizado!
Senti logo seu carinho, seu encantamento.
Fortaleceu-se nosso amor, cada momento!
Caminhamos, desde há muito, lado a lado.

Aqui quero habitar até à minha morte!
Que esta seja (sim) meu Bom Deus, a minha sorte…
Que outra eu não desejo nesta passagem.

Ó querida LISBOA, meu refúgio amado!
Este é o meu sonho; que este seja meu fado
Até que aqui finde a minha viagem.

Quinta da Piedade, 5 de fevereiro de 2017
José G.R. Branquinho





SONETO A LISBOA- 04/02/2017

SONETO: - EM TODO O TEMPO, LISBOA

Tempo algo agreste na Lisboa amada
Onde habito há tanto tempo, prazer meu!
Louvo-te, cidade! Todo o encanto teu!
Em todo o tempo, cidade abençoada.

Amiga Lisboa, querida mãe adotiva,
Tantos, tantos anos, vividos em teu meio!
Jovem era, acolheste-me em teu seio,
Minha gratidão terás, enquanto viva.

Para ti, vim, desígnio do meu destino,
Por muitos anos, dedicado ao ensino,
Dando aos educandos (sempre) o meu melhor.

Minha doce Lisboa, mais bonita cidade,
Foste pra mim a sonhada realidade!
Eternamente… minha saudade maior.

Quinta da Piedade, 4 de fevereiro de 2017

JGRBranquinho

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

EM TODO O TEMPO, LISBOA!

EM TODO O TEMPO, LISBOA

Tempo frio, tempo agreste na Lisboa amada
Onde habito há tanto tempo, por prazer meu.
Adoro esta cidade e todo o encanto seu
Em qualquer estação, cidade abençoada.

Ó minha bela Lisboa, querida mãe adotiva,
Tantos e tantos anos já vividos em teu meio!
Jovem ainda, acolheste-me em teu seio
Minha gratidão receberás enquanto viva.

Para aqui vim por desígnio do meu destino
Há muitos anos, trabalhando no ensino,
Dando aos educandos, sempre, o meu melhor.

Amada Lisboa! Minha querida cidade!
Foste, pra mim, a mais sonhada realidade,
Serás sempre, pra mim, saudade maior.

Quinta da Piedade, 3 de fevereiro de 2017
JGRBranquinho   -   “Zé do Monte”