domingo, 20 de março de 2016

REALIDADE E INTERROGAÇÃO





Esp’rança morta é dor que tortura,
Destino perverso, triste realidade!
Como é dolorosa uma saudade,
Castigo injusto p'ra alma pura.

Esp’rança morta é dor que tortura,
A mais terrível e indigna crueldade!
A mais torpe, mais cruel realidade
P’ra quem amou, ama e amor jura.

Em seu coração, o amor perdura!
Em sua alma, de todas a mais pura,
Uma mágoa infinda, dolorosa!

Quem matou uma tão bela esp’rança?
Que força maior agiu qual vingança
Sem razão, numa alma tão formosa?

Quinta da Piedade, 20 de março de 2016
JGRBranquinho   -   “Zé do Monte”










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