domingo, 30 de dezembro de 2012

ADEUS - PORTALEGRE ! ( acróstico)


ADEUS  -  PORTALEGRE!

Adeus, terra bendita,
            minha terra amada!
De saudades sofro,
            distante, amargurado.
Uma cidade com alma,
            meu burgo idolatrado,
Saúdo-te, transtagana,
            altar dum crente.
Por ti- Portalegre,
            admiração sentida.
O teu colorido (estampa e moldura)
             paixão imanente!
Recordação perene
             em mim retida.
Tuas ruas e praças,
             palácios de valor,
A História consagrou
              merecidamente.
Ligação ao teu passado,
              teu fulgor.
Elos fortes, inquebráveis
               no presente,
Gosto de ti, cidade coração,
               minha cidade.
Relembro-te
               instantemente!
Em mim és realidade,
               ausente...minha saudade.

Monte Carvalho, 19 de Maio de 2009
JGRBranquinho
.

AMO-TE - SENHORA (acróstico)





AMO-TE  -  SENHORA

Amo-te-
     -Senhora do meu amor,
Mais do que julgas!
      Como nunca soubeste!
Ontem... foste minha-
     - a minha Flor!
Tive-te comigo
      como me tiveste.
Eramos felizes!
       Amámos sinceramente.
Saíamos juntos,
        alegria esfusiante!
Entre nós...
         só a amor, sentidamente.
Nada para os dois,
          mais importante.
Havia a incompreensão
         dos que proibiam.
Os seus interesses
          eram outros- odiosos!
Resistimos a quantos
           nos perseguiam
Andavam nossos corações
            desgostosos.
Nota:-
O tempo correu na sua marcha vertiginosa.
Não apagou a chama do nosso amor!
Saímos vitoriosos.
Dezembro de 2012
JGRBranquinho
         
       
     

EM TEU SEIO





            EM  TEU  SEIO

Um dia em teu seio- oh! terra amada!
Teu ar desfrutando- meu doce afago,
Em tuas águas mergulhando- nosso lago,
É viver! É viver-te, terra abençoada.

Acolhidos por teu amor- mãe dedicada!,
Teus filhos qu'ridos vindos de tanto lado,
É vê-los manifestar-te o amor consagrado
Em seus corações- oh!- Mãe adorada!

Louvamos-te, pois muito te queremos
P'los bons momentos que em ti vivemos
Que, longe daqui, são sempre nostalgia.

Sentidamente, com todo o nosso amor,
Portalegre, bela como a mais bela flor,
És tu- terra qur'ida onde vimos a luz do dia.

Dezembro de 2012
JGRBranquinho


DOR D'ALMA




         DOR  D'ALMA

De mui diversas hortas rodeado
Era o meu Monte, em outra era.
Era, ali, quase sempre primavera!
Boninas vicejando por todo o prado.


De mui diversas hortas abastado,
Riqueza natural, não quimera!
Hoje está pobre como não quisera
Esse torrão outrora abençoado.


Que foi que te fizeram- meu Monte?!
Que maldição caiu em teu rincão?!
Como foi desprezada tão rica fonte?!


Ah! Que saudades desse tempo são!
Só a lembrança estabelece esta ponte!...
E que dor d'alma me aperta o coração!


Quinta da Piedade, Dezembro de 2012
JGRBranquinho

Exibições: 14

CENAS DA VIDA REAL-"DÁ AS NOZES AO SENHOR"!

Resultado de imagem para Vendedor vendendo nozes na rua

                                               CENAS  DA  VIDA  REAL
                                         “DÁ  AS  NOZES  AO  SENHOR”
Saíra de casa com a minha mulher- grávida de 6 meses, da primeira filha- para, a conselho médico, darmos um passeio por Lisboa, à tardinha.
No regresso, chegados ao Largo do Conde Barão- onde vivíamos no 4.º andar do n.º 27-  deparámos com um vendedor ambulante rodeado de compradores.
O homem dispunha de uma balança de braços iguais, que segurava numa das mãos, utilizando a outra para colocar as nozes e os pesos respetivos nas denominadas conchas.
As pessoas aguardavam  a sua vez, enquanto o dito vendedor, ao mesmo tempo que pesava, ia apregoando, com quanta voz tinha, o preço do produto, tido como muito barato…
Reparei, então, que tinha sempre um ou outro peso numa das conchas, mudando-o conforme  lhe dava jeito e de acordo com o pedido das pessoas, claro. Mas… mantinha sempre um, que ora acrescentava ora tirava!
Para além disto, manejava a balança com a mestria  de homem  sabido e intrujão, valendo-se do cotovelo do lado onde estava a mercadoria, inclinando-a  assim, para baixo, o que dava a ideia de muito bem pesado, estando, no entanto, a roubar no peso.- Aliás, esta manha era conhecida de algumas pessoas ligadas aos mercados de então.
Apregoava-se barato, mas lá se ia o aparente ganho pela menor quantidade de mercadoria.
Chegada a  minha vez, pedi-lhe que me pesasse um quilo de nozes e disse-lhe:- “Pese isso bem”!
-Responde-me de imediato:- Ó meu senhor, aqui não se engana ninguém!
Entretanto, puxo da carteira, onde tinha, por brincadeira, um cartão anedótico, semelhante a um que era usado por alguns funcionários do Estado (especialmente fiscais) e que tinha uma faixa  verde e vermelha na diagonal.
O homem repara no cartão e, sabendo bem o que estava a fazer, diz à companheira que recebia o dinheiro;- “Ó mulher, dá as nozes ao senhor, dá as nozes ao senhor”!
A minha reação  foi a de não aceitar e de lhe dizer que eu queria apenas as nozes bem pesadas.
Deu-me mais algumas e teve que ouvir (ouviu mesmo e cumpriu?) o meu conselho/ameaça no sentido de não voltar a cometer tal irregularidade.
Despedimo-nos e ele lá continuou a marcha para ir vender para outro lado, na sua faina de vendedor de rua, continuando a enganar o próximo, certamente, pois não acredito que lhe servisse de emenda o meu reparo.
Cenas da vida! Cenas da vida!

Quinta da Piedade, 7 de outubro de 2012- 
JGRBranquinho


sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

EU GOSTO DE TI


 


  EU  GOSTO  DE  TI

Eu queria-
- SENHORA!
Casar contigo
para amar-te até à morte!
Só que...
não tive essa sorte!
Mas continuo-
- SEMPRE!
- teu amigo.

Quando ontem-
-SENHORA,
por acaso, te encontrei,
Sabes lá o que senti!
Vi-te como sempre te vi!
Como sempre, te admirei.

Tu sabes-
-SENHORA-
que isto é verdade.
Eu nunca te menti!
Eu gosto mesmo de ti.
És- SEMPRE!
minha saudade.

Dezembro de 2012
JGRBranquinho

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

MEU MONTE , MEU COLO, MEU BERÇO

 

CANÇÃO:-  MEU MONTE, MEU  COLO, MEU  BERÇO

Já no meu Monte,
meu lugar mais querido!,
Um cântico alegre
ecoa em meus ouvidos.
A Natureza em flor-
- matizes coloridos!
Tudo aqui, para mim
tem mais sentido.


Minha terra/mãe-
-meu colo, meu berço,
Envolta em frescas
colinas enfeitadas.
Lugar de inauditas
horas bem passadas,
Acolhe-me de novo em ti
se tal mereço
Meu Monte,
meu aconchegado colo,
 meu dourado berço.

Monte Carvalho, 2012
JGRBranquinho

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012


    
 TERNO  E  ETERNO  VÉU

Amada minha, meu encanto, minha sorte!
Luz de meus sentidos, estrela de meu céu.
O melhor que Deus no mundo me concedeu
O Bem maior que preservarei até à morte.

Tão grande! Tão intenso! O mais forte!,
O privilégio de poder ter-te- Amor meu.
Para mim- mulher- és terno e eterno véu
Envolvendo a minha vida até à morte.

Quero! Hei de viver longos dias a teu lado
Gozando as delícias deste amor abençoado
Mostrando ao mundo o quanto nos amamos!

Aguardo, de Deus, Sua Graça matrimonial
Que fará de nós dois o mais feliz casal!
Perfeita união por que nós tanto aspiramos.

Revisitado em 23 de dezembro de 2012
JGRBranquinho

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

ENQUANTO DORMES , AMOR !


ENQUANTO  DORMES  ,  AMOR !

Escrevo enquanto dormes e sabes porquê... sei que sabes.
O prometido é devido e eu... eu não quero quebrar o adágio, por amor de ti.
As minhas palavras, as tuas palavras, imbuídas deste sentimento profundo que nos move, nos liga e  nos domina, são já as nossas palavras!
 As palavras de entendimento vindas do mais íntimo de nós mesmos, surgidas momento a momento, instantâneas e verdadeiras, sem que nos apercebamos se é o coração se é a alma que as envia ao cérebro, se é este que, totalmente absorvido, as lembra e conduz ao nosso íntimo, fazendo que as passemos ao papel.
O que interessa, afinal, é o seu surgimento espontâneo
como prova deste amor que nos liga qual elo- o mais forte!- desta corrente que julgo abençoada!
Por vezes, são frases curtas mas significativas em momentos de amor vividos e que nunca mais serão esquecidos!
Recordo, agora, as nossas noites/dia em mútua satisfação de sentimentos- de vontades plenas- que vêm à pele e nos enlouquecem e arrepiam de emoção, onde a carne é parte integrante e ali se manifesta naturalmente exaltada.
Aonde nos levará?! Quais as suas consequências?...
Não importa- Amor!
O que verdadeiramente importa é que assumamos em plenitude as nossas ações sem receio do futuro.
Sinto-te bastante para nunca mais te esquecer e o mesmo espero, confiadamente, da tua parte.
Dou por mim- Amor-  nesta hora já bem avançada da noite-
a desejar-te como se do teu bom acolhimento e aceitação
dependesse toda a minha vida!
O que me fizeste- senhora?! O que foi que me aconteceu?
Que sensação é esta?! Que destino é este que me estava reservado?!
Porquê, meu Deus e Pai?! Sonharei e tudo isto é irreal?!
Não quero!
Não pode ser obra do acaso o nosso profundo amor.
ATÉ AMANHÃ-  AMOR  DA  MINHA  VIDA!
NOTA:- Sem data.
JGRBranquinho

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

ANO VELHO... ANO NOVO!


ANO VELHO... ANO NOVO !

Depois dum tempo...
Outro tempo!
Sequência natural
No Cosmos que sentimos.
Tempo que se eterniza
Que aos poucos,
Dia a dia,
Nos consome.

Ano Velho... Ano Novo!
Diz o povo...
Que enquanto há vida...
Pela esperança de vida
Resistimos...
Se nesta vida  
de mudança
Nos unimos.

Depois dum tempo...
Outro tempo!
Um tempo novo
De luta pela vida 
Que queremos,
Na alegria da vida
Que fruirmos!
No apego à vida
Que teremos
Se, como irmãos,
Como amigos,
Nos unirmos.


JGRBranquinho

MÚSICA SUAVE- MEU CÂNTICO DE AMOR

MÚSICA  SUAVE- MEU  CÂNTICO  DE  AMOR

Foi aqui que num dia-
     - o mais Feliz -
- conheci alguém que me fascina.
Estrela diferente!
Linda como não mais vi!,
No imenso céu que nos domina.

Escrevo o teu nome,
guardo a tua imagem.
Sou escravo dum querer maior
que é só por ti!
Trago em mim
o sonho lindo que vivi
Única Musa
neste tempo de viagem.

Creio, ainda, no amanhã-
- num tempo bem melhor!...
Meu rio de água pura,
minha terna e eterna sedução.
Encanto de alma
que me aquece o coração,
Música suave, meu canto
e minha dor!

Intento meu, meu Sol
e minha Flor!
Luar de prata,
 inundando a minha vida.
Deusa que tanto adoro,
sempre minha lida!,
Enlevo do poeta triste,
Meu cântico de amor.

( Revisto em 17 de dezembro de 2012)
José Garção Ribeiro Branquinho


terça-feira, 11 de dezembro de 2012

MANHÃ DE DESENCONTRO



MANHÃ  DE  DESENCONTRO

Andava e ando,
ainda hoje,
pesaroso
por aquela manhã
de desencontro-
-meu  AMOR!
Não faltaste!
Não faltei!
Aziago momento
foi, o daquela hora!
Tivemos um dia
por demais
desventuroso,
Tudo correu mal!
Foi maior a nossa dor,
A dor de amor
de quem mais se adora.

Não concretizámos
esse encontro
tão desejado!
Aguardemos, então,
 o próximo...
já combinado.
Oxalá tenhamos
melhor sorte-
- meu AMOR!
Eu não quero
voltar de novo
à minha dor.

Quinta da Piedade, 9 de dezembro de 2012
JGRBranquinho


PORTALEGRE  -  CIDADE / FLOR


Cidade / Flor te chama o poeta-
-o poeta que te canta-
-Cidade Linda
 que inspiras quem te adora.
Claridade maior-
- luz que me encanta!
Teu beijo de ternura
sinto cada hora.

Tuas límpidas nascentes-
-invulgar frescura!
Luminosa estrela
morando no meu céu.
Na alma do poeta,
inspiração que dura.
Onda e brisa! Suave alento!
Meu terno e eterno véu.

Canto-te- Portalegre-
meu doce e eterno Amor!
O cantar-te, sim,
me traz maior prazer!
Ligo as palavras
num canto de louvor.
Hoje, aqui, é menor,
bem menor o meu sofrer.
 SINTO  EM  MIM
NOVO  GOSTO  DE  VIVER
 (Revisto em 11 de dezembro de  2012)
JGRBranquinho







segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

EM TEU LOUVOR



           EM  TEU  LOUVOR

Já cantei e canto meus hinos em teu louvor-
-Mulher, meu sagrado encanto, minha vida!
Foste, és e serás minha prioridade, minha lida
Razão maior de minhas alegrias e minha dor.

Contradições sentidas por quem te ama e quer,
São estas, realidades, dia a dia, em meu viver!
São sentires que se apropriaram do meu ser...
Têm origem na realidade que tu és- mulher.

És a realidade dos meus sonhos de criança!
És tu, crê, a minha fé, a minha esperança!
Só por ti e contigo eu quero poder viver.

O tempo passa! Esta vida, quando parará?!
Não quisera vê-la findar! Quem o saberá?!
Quero, é ter-te comigo, não mais sofrer.

Quinta da Piedade, 9 de dezembro de 2012
José Garção Ribeiro Branquinho

sábado, 8 de dezembro de 2012

ESCREVI EM MINHA MENTE

   ESCREVI  EM  MINHA  MENTE

Escrevi, em minha mente,
             versos que foram meu agrado.
Versos que logo desejei
             cantar breve em algum lado!
Versos que foram ditados
             por meu próprio coração.
Foi, ainda na cama,
             que tais versos me ocorreram
Que só um pouco mais tarde
             os escreveram
Minhas mãos, sobre a folha
             de papel, qual oração.


Quantas vezes, quantas,
             isto já me aconteceu,
Que o meu próprio ego
              tanto engrandeceu,
Sentido, em plenitude,
              em meu pobre coração?!
Foram, tais versos,
              para mim, nova alegria!
Trouxeram mais vida
              ao meu dia a dia
Motivo real  foram
               duma forte exaltação.

Quinta da Piedade, 8 de dezembro de 2012
JGRBranquinho

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

TODO O DIA FOI NOITE


  TODO  O  DIA  FOI  NOITE

Hoje, aqui, todo o dia
               foi noite- meu AMOR!
O céu plúmbeo
               não deixou o sol entrar.
Chuva e frio
               me atormentaram sem parar.
Nem por um pouco
               pude receber o seu calor.

Também tu não vieste-
               - Amor da minha vida,
Tal como eu julgava
                e tanto desejava!
     
Foi, a tua ausência,
               mais um tormento
Que tive que suportar
               em minha solidão.
Um dia escuro,
              tão triste pró coração
De quem te ama
             meu doce encantamento.

Não vieste-
           -AMOR da minha vida!
Tal como eu julgava
           e tanto desejava!
Como o Sol, tu não vieste-
            - meu AMOR-
                  -não me sorriste!...
Ficou, assim-
            -o teu AMOR-
                  -ainda mais triste.

 Não vieste-
           -AMOR da minha vida,
Tal como eu julgava
              e tanto desejava.

Quinta da Piedade, 6 de dezembro de 2012
José G.R.Branquinho

CHAMAM-LHE CRISE ( acróstico )


     CHAMAM- LHE  CRISE

Chamam crise, à situação indesejada,
Há muito, já, existente entre nós.
Ai! Ai de nós, sem culpa de nada!
Martirizados sem que se ouça nossa voz.

A sina deste povo, é pagar e calar...
Muitos anos a sofrer tal maldição?!.
Ladrões que só vivem p'ra se governar,
Habituados, há muito, na exploração.

Esquecem o pobre povo, já tão castigado,
Com tantos dislates por todo o lado
Rindo-se nas nossas barbas, sem vergonha.

Irra! Irra que é demais, tanta roubalheira!,
Sacando o vil metal, bem à sua maneira
Extorquindo! Envenenando com tal peçonha.

Quinta da Piedade, outubro de 2012
JGRBranquinho

O NOSSO ENCONTRO


         O  NOSSO  ENCONTRO

Quantos gestos de amor- jamais fingidos-!
Trocámos, meu Amor, nessa breve relação.
Estivemos a sós, coração com coração,
Não demos conta dos minutos decorridos.


Quantos gestos de amor- jamais fingidos-!
Ali repetimos em êxtase- nossa mor paixão.
Desfrutámos, em pleno, tão bela ocasião
Depois de tantos dias(de ausência)repetidos.


De nossos dois corpos, gestos de mais calor!
Gestos de acordo com nosso eterno amor,
Manifestações de loucura, mas tão naturais.

Envoltos nossos seres, em amplexos amorosos,
Por ambos considerados os mais ditosos,
Por muito que vivamos, não 'squeceremos mais.

Quinta da Piedade, 6 de dezembro de 2012
JGRBranquinho

domingo, 2 de dezembro de 2012

ACONTECEU VIDA


                  ACONTECEU

Acendeu-se uma nova vida, cantando à VIDA!,
Numa linha traçada, com desvelo, com amor.
Linha curva (também natural) na alegria ou dor
Percorrendo a sua estrada, cumprindo a lida.

 
Cuidada, a preceito, nesse cuidado escaninho,
Por hábeis mãos protegida, por tão desejada!,
Procura a bela alvorada- que espera alcançada...
Percorrendo, sonhando, seu próprio caminho.


Apoiada por seus autores- seus pais queridos!,
Foi sempre orientada nos melhores sentidos
Objetivo ansiado por lhe quererem tanto.


Linha ascendente virou... depois... descendente,
Curvando-se mercê do tempo, que jamais mente,
Mas sempre!- da VIDA- procurando o encanto.

Quinta da Piedade, 2 de dezembro de 2012
JGRBranquinho





sexta-feira, 30 de novembro de 2012


DO  MEU  AMOR  QUISERA  SABER

Do meu Amor
quisera ter uma certeza:-
-Se muito me ama,
se  muito me quer!
Se o seu querer
só o meu prefere!
Se é o maior,
tal qual sua beleza.

Do meu Amor
quisera ter esta certeza:
-Se me espera com interesse
igual ao meu!
Se ao receber-me
me abraça como eu
O abraço, neste querer
de realeza.

Quisera saber...
 se me recorda hora a hora,
Tal como eu,
na distância indesejável!
Se o seu amor, como o meu,
é incalculável!,
Se como eu o adoro
ele me adora.

DO MEU  AMOR- MEU  ÚNICO  AMOR!
QUISERA CONHECER O REAL  VALOR.

30 de novembro de 2012
JGRBranquinho



       À  SAUDADE

"Mandei a saudade embora
Atirei-a pela janela
Mas fui buscá-la lá fora
Já tinha saudades dela."

Já tinha saudades dela
Companheira muito querida
Com ela, sim, ai, com ela
Ando saudoso na vida.

Ando saudoso na vida
Sentindo, mesmo, tristeza.
Saudoso na minha lida
Por um Amor de certeza.

Por um Amor de certeza
Por muito amar e sentir
Ela em mim é realeza
Tem que por força surgir.

Tem que por força surgir
Enquanto eu amar alguém
De mim nunca irá fugir
Sofrendo, quero-lhe bem.

 30 de novembro de 2012
JGRBranquinho