segunda-feira, 30 de setembro de 2013

PERGUNTA E RESPOSTA




 



 PERGUNTA  E RESPOSTA

Porque canto o AMOR?
 (Alguns perguntarão!...)
Canto e cantarei pra meu contentamento
Dia após dia, em todo e qualquer momento
Tal como o ordena o meu próprio coração.
Porque não hei de cantar o AMOR
se ele é o mais nobre dos sentimentos?
Não preciso nem precisarei de consentimento.
Fá-lo-ei cada vez com maior fervor.
Muito amei, amo e quero ser amado!
Jamais me senti ou sentirei desconfortado
 Na permuta deste sagrado sentimento.
Quem não amou ao menos uma vez?!
Numa ligação-  só os dois- sabem os porquês… 
A razão maior dum sublime encantamento.

Monte Carvalho, 16 de junho de 2012
JGRBranquinho


domingo, 29 de setembro de 2013

FALA - ME


 



               FALA- ME   

Quero ouvir tua voz- a mais querida!
Quero senti-la bem perto do meu ser.
Ouvir dizer que sou vida em tua vida
Que dou gosto ao teu gosto de viver.

Não ouvir tua voz… mágoa mais sentida
No meu peito, por força deste querer.
Celeste melodia em canção bendita!
Alívio forte e seguro em meu sofrer.

Fala-me- AMOR! Fá-lo bem depressa!
Vem dizer o que à minh’alma interessa
Sossega o poeta que longe por ti chora.

Quero escutar-te! Ouvir-te mais e mais!
Guardar de ti- mulher- recordações reais
Que encham o coração que mais te adora.

Revisto na Quinta da Piedade em 29 de setembro de 2013
José G.R.Branquinho



sexta-feira, 27 de setembro de 2013

FELICITANDO UMA ANIVERSARIANTE

   




    
       FELICITANDO  UMA  ANIVERSARIANTE

Neste nosso Cosmos, o tempo segue, cada vez mais rapidamente, parecendo correr, parecendo voar.
Indiferente ao nosso desejo, segue o seu caminho sem se deter, sem em nós pensar! Quando damos por ele, juntou segundos, juntou minutos, juntou horas, dias e meses que nos acrescentaram mais um ano. É assim desde o Génesis. 
Assim há de ser até à consumação dos séculos! 
O que devia ser um dia de alegria, transforma-se, para alguns, num estado de espírito pernicioso, julgando-se já velho.
Mais velho, sim, mas mais experiente!
Também mais sábio.
Mal dos que nem tiveram tempo para as suas reflexões,
partindo sem deixar rasto que nos faça recordá-los,
admirando-os pelos valores que (quem sabe?) muitos trariam consigo.
Por isso, Amiga, faça deste seu dia um raiar de sol luminoso
precedendo um noite de luar onde a sua Musa esteja presente
como companheira amiga, inspirando-a fortemente.
Parece que foi ontem o 16/07/2012 e... lá foi mais um ano
em que teve a dita de viver, de conviver,
de produzir novos e importantes trabalhos,
de desfrutar da companhia dos seus familiares e amigos
que muito a admiram e lhe querem por seu justíssimo merecimento,
 entre os quais me encontro.
Consoante a sua crença,  agradeça esta graça.
Esta graça de vida concedida pelo Céu, assim o creio.
Para o ano cá quero estar a felicitá-la, de novo- Amiga!
Um beijo de sinceros parabéns.
JBranquinho

DISCORRENDO ( II )







 DISCORRENDO  II
Quando escrevo… quem sou?! (Pergunto a mim mesmo muitas vezes).
O homem? O poeta? Saberei algum dia responder?
Ambos coexistem e se confundem  no meu ser.
A nossa parte física, material, é o templo do espírito que nos anima enquanto vivos.
( Digo-o para mim mesmo, na esperança de me esclarecer, isto é,
no sentido de marcar bem a situação).
No entanto, nunca me canso de refletir
para fortalecer esta verdade, este axioma,
para nunca me esquecer de distinguir bem o que é físico do que é espiritual.
O coração sente, o cérebro pensa.
Contudo, ambos atuam intimamente ligados.
Qual o de maior influência ou predominância?
Qual determina melhor a razão dos nossos atos?
O coração? O pensamento?
As opiniões podem divergir, dividir-se, vingando, no entanto,
 a de que tudo o que produzimos intelectualmente
é resultado, é fruto da influência do espírito
que habita o nosso ser.
Para mim, também, essa é a resposta mais óbvia.
Quantos concordarão? Quantos discordarão?
Depois do que deixo escrito, estou sinceramente convicto,
 que no caso de uma boa harmonia físico/espiritual,
há, evidentemente, a primazia do espírito.
Estarei certo? Neste momento é minha plena convicção.
Quem me ler ( quem estiver para isso) que se pronuncie
e diga, então, de sua justiça.
Como é habitual dizer-se no final de uma dissertação:-“Tenho dito!”

Monte Carvalho, 20 de fevereiro de 2010

JGRBranquinho

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

OS TEUS OLHOS (Canção)



 

OS  TEUS  OLHOS       (Canção)

Os teus olhos tão brilhantes
São boninas sobre o prado
São como dois diamantes
São todo o meu agrado.

São bonitos os teus olhos
Tão ternos, tão graciosos!
Amenizam meus escolhos
Ao olhá-los tão formosos.

Tu sabes como os adoro
Como os olho encantado!
Como por vê-los eu choro
Estando de ti afastado.

Não conheço outros iguais.
Não há por certo no Mundo!
Teus olhos são meus ideais 
São o lago em que me inundo.

Revistos na Quinta da Piedade
em 26 de setembro de 2013
JGRBranquinho


ÉVORA ( Canção )



 

                ÉVORA

ÉVORA, ENCANTADA  CIDADE
CIDADE DO MEU ENCANTO.
PARA MIM NÃO TENS IDADE
E QUERO-TE TANTO, TANTO.

ÉVORA, AMADA CIDADE
ONDE AMEI E FUI AMADO
RECORDO HOJE COM SAUDADE
O TEMPO FELIZ DO PASSADO.

ÉVORA, ADORADA CIDADE
TERRA DA CLARIDADE
DE TÃO FORTE INSPIRAÇÃO!

ÉVORA, QUERIDA CIDADE
TERRA DA FELICIDADE
QUE GUARDO NO CORAÇÃO.

José Garção Ribeiro branquinho.


quarta-feira, 25 de setembro de 2013

MINHA FLOR E MINHA DOR


 


 MINHA  FLOR  E  MINHA  DOR

Minha Flor e minha dor, és tu-  mulher!
Minha alegria e também meu tomento…
Fruto do amor que mora em meu ser!
Meu encanto, meu céu, meu intento.

É loucura? É paixão?- É a verdade!
Nasceu no coração que por ti vive.
Envolve-o, por inteiro, a felicidade!
Como em minha vida, jamais tive.

És a minha Flor! De mais ninguém!
Quisera senti-lo (cada dia que a vida tem)
Como uma certeza de eterna melodia!

Esta dor que me doi e que é tortura!...
Há de ser um amanhã sem amargura,
Sol sem mácula! Então, sim, será dia.

Nota:- Este soneto foi escrito no dia 18/05/2009-
-dia do aniversário de meu saudoso pai- uma coincidência, apenas.
JGRBranquinho



CANÇÃO À ÁGUA














         CANÇÃO  À  ÁGUA
Canta a minha alma em grande exaltação
Da água cristalina o seu doce marulhar.
Esse arroio lindo que me trás inspiração
Encantado ao ouvi-lo numa noite de luar.

Mal o via, mas eis que a Lua despontou
E o mostra em todo o seu esplendor!
Ao olhá-lo, meu ser mais se alegrou
Sou ainda mais atento admirador.

A este ribeiro de água que vem da Serra
Já quase ninguém liga, por tão habitual!
Eu canto-o plo bem que em si encerra
Verdadeira bênção de valor sobrenatural.

Bendita água! Bendita sejas eternamente!
És vida p’ra Mãe Natureza, nossa mãe.
Ó encantada água doce, água corrente!
És digna do amor que todo o ser te tem.

Quinta da Piedade, 24 de setembro de 2013

JGRBranquinho

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

UMA LUZ NA TERRA







                    UMA  LUZ  NA  TERRA
Eu tenho uma luz na Terra, sim, a mais brilhante!
Raio de sol amigo em meu antro de humildade.
E neste despertar de um sonho meu, já distante
Vi, nessa luz bendita, um regresso à mocidade.

Mais que tudo, em minha vida, é importante!
Sem ela… só um inumano viver em ansiedade,
Só a dura tristeza de uma vida revoltante
Em vez desta maré de eterna felicidade.

Junto a ela é bem mais bonita a Natureza!
É, nesta Terra, uma luz que vem do Céu !
Bênção divina que enternece e acalma.

Essa luz de tão intenso brilho, bem acesa!,
Pérola rara que em mim se desenvolveu…
És tu. Oh! doce enlevo da minha alma.

NOTA:- Feito em 1979 e agora revisto.
Quinta da Piedade, 23 de setembro de 2013.
JGRBranquinho


TEMOR SENTIDO- BATALHA DESTE CRER




TEMOR  SENTIDO-  BATALHA  DESTE  CRER

A uma estrela reluzente-  a mais cintilante!
Ninfa do meu rio de águas as mais claras,
Alvorecer de meus dias- luz mais brilhante!
Canção inspirada de notas as mais caras.

A ela- a essa musa única- sedução maior!
Minha noite, meu dia, luar, Sol de ventura!,
Entrego a minha poesia, rimando amor,
Prostrado a seus pés- símbolo de candura.

Ando a cantá-la em meu silêncio atroz
Rumo a outro amanhã, ansioso por a ter!
Intento meu, dar voz à minha fraca voz
Ode vivida, tão real, em meu sofrer.

Aqui ausente, hoje, já mui distante,
Morro aos poucos sedento de te ver!
Que o meu ocaso não surja exasperante
Enquanto te espero- senhora do meu ser.

Nota: Revisto na Quinta da Piedade a
23 de setembro de 2013
JGRBranquinho