terça-feira, 19 de janeiro de 2016

O PRIMEIRO ENCONTRO








O PRIMEIRO ENCONTRO

Resultado de imagem para uma velha estrada bonita à tardinha


Jamais esquecerei - M E U   A M O R -  a tarde daquele dia!
Encontrei-te na velha estrada sem te procurar.
Foi, na verdade um feliz acaso, ao dirigir-me para a Quinta.
Senti-me feliz, encantado, perante tua presença angelical.
Como jamais vira em minha vida! Julguei-te uma visão.
Todo o meu ser estremeceu de emoção.
Trocando olhares, cumprimentámo-nos normalmente; cada um seguiu o seu caminho.
No entanto, uns passos volvidos… voltei-me, e nossos olhares se voltaram a encontrar!
Pensei e logo ali me interroguei:- Porquê?!
Foi o primeiro sinal dum grande amor que naquele momento surgiu entre nós.
Que nos ligou para sempre, embora as dificuldades por que depois passámos.
Dias depois, resolvi dirigir-te a carta de pedido de namoro, ainda um pouco a medo:
-a tal dúvida de quem ama e receia uma resposta negativa, inclusive, até, uma não resposta…
 Aguardei, ainda na dúvida. Veio, então, a tua resposta, a tão desejada resposta!
Quantas graças dei ao Céu, por aquele instante!
Depois de ler a tua carta, senti o desejo de a mostrar ao mundo! 
Mostrei-a, mesmo, a alguém que eu sabia que ficaria feliz.
Alguém que de ti também gostava, que sempre gostou de ti, que foi minha confidente, que me amava e me aconselhava- a minha querida e saudosa mãe.
Era o meu primeiro namoro a valer, depois daquelas paixonetas de criança, que acontecem a todos nos primeiros anos de uma vida já virada para a atração pelo outro género.
Agora, sim, eu já sentia o que era o amor:- esse amor que nos ligaria para sempre, que brotou de nossos seres espontaneamente, que partilhámos com intensa alegria, superando toda a gama de obstáculos surgidos.
Vivi, vivemos.
Esses, os melhores anos da nossa vida a amarmo-nos apaixonadamente, loucamente.

14/01/2016
JGRBranquinho

O PRIMEIRO ENCONTRO
Jamais esquecerei - M E U   A M O R -  a tarde daquele dia!
Encontrei-te na velha estrada, sem te procurar.
Foi, na verdade, um feliz acaso, ao dirigir-me para a Quinta.
Senti-me feliz, encantado, com tua presença angelical.
Como jamais vira em minha vida! Julguei-te uma visão!
Todo o meu ser estremeceu de emoção.
Cumprimentámo-nos normalmente; cada um seguiu o seu caminho.
No entanto, uns passos volvidos… voltei-me, e nossos olhares se encontraram!
Pensei e logo ali me interroguei:- Porquê?!
Foi o primeiro sinal dum grande amor que naquele momento surgiu entre nós.
Que nos ligou para sempre, embora as dificuldades por que passámos.
Dias depois, dirigi-te a carta de pedido de namoro, ainda um pouco a medo,
a tal dúvida de quem ama e receia uma resposta negativa, inclusive, até, uma não resposta…
Veio, então, a tua resposta, a tão desejada resposta!
Graças eu dei ao Céu, por aquele instante!
Depois de ler a tua carta, senti o desejo de a mostrar ao mundo!
Mostrei-a mesmo a alguém que eu sabia que ficaria feliz.
Que sempre gostou de ti, que foi minha confidente e me aconselhava.
Era o meu primeiro namoro a valer, depois daquelas paixonetas de criança, que acontecem a todos nos primeiros anos de uma vida já virada para a atração pelo outro género.
Agora, sim, eu sentia algo de diferente, conhecia na essência o que era o amor!
Vivi os melhores dias da minha vida a amar-te loucamente.
AMEI E FUI AMADO!  AMEI E FUI AMADO!

14/01/2016
JGRBranquinho     -  " Zé do Monte"

Sem comentários:

Enviar um comentário