A MINHA
MÁGOA
Escrevo sob e sobre a mágoa que me deste!
Não a merecia, lembrando o que fiz por ti.
Tanta ingratidão é dor que em mim senti
Eu que tanto te amei desde que nasceste.
Tudo quanto fiz não conta para nada
Para ti, que não mereces o pai que sou.
Falas-me com agressividade, alterada!
Não medes as palavras pra quem te criou.
Não dês mais lições de tão má educação
Ao filho que estás a criar, que é tua paixão
E um dia te há de julgar pela tua dureza.
Quando for embora ou partir deste mundo
Talvez tenhas saudade do meu amor profundo
Que é feito, na realidade, da maior pureza.
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Quinta da Piedade, 7 de agosto de 2013
JGRBranquinho
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