Blogue essencialmente de poesia, alguma prosa e outras informações de carácter geral sobre o Alentejo e seus artistas
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
SABES! SABES?
Sabes, senhora, como te quero,
Como penso em ti, como te escrevo!
Como poeta, como te venero,
Que como homem me não atrevo.
Sabes, sim, mulher, como te espero,
Como em cada hora te desejo!
Como em meus versos sou sincero,
Como sou triste se te não vejo.
Sabes?... Então porque me receias?!
Quero que me acredites quando me leias,
Sentindo o bater do meu coração.
Quero, sim, senhora do meu amor,
Compreensão p'ra esta enorme dor:
-A dor de te não ter, minha sedução!
JGRBranquinho
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