quarta-feira, 13 de agosto de 2014

D E S I L U S Ã O



D E S I L U S Ã O

Desiludiste-me- senhora- foste-me falsa a valer.
Acreditei no teu amor sincero, quase sagrado!
Fui ingénuo, confiei, quedei-me encantado…
Vejo agora como era bem falso o teu querer.

Desiludiste-me- senhora- foste-me falsa a valer.
Culpa de quem? Foi tudo culpa do meu fado?!
Que te fiz?! A sorte não esteve do meu lado?
Não falo da sorte mas d’alguém que me fez sofrer.

Não te peço que reconsideres. Jamais o farei!
Deixo-te a minha mágoa a que não ligarás, eu sei.
Tudo farei pra que não te encontre mais na minha vida.

Foste a ilusão que me acompanhou durante anos!
Hoje... são montanhas tais cruéis desenganos!           

Não és a Flor que cantei- a mulher mais qu'rida 



Quinta da Piedade, 13 de agosto de 2014
JGRBranquinho

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